sábado, 23 de maio de 2009

droga!!!

Acabo de me dar conta de q na verdade, o mês de maio está no dia 23 e apenas tem um texto.. o q acabei de escrever abaixo!

Um mês sem postar nada, é realmente muita falta de consideração com meus leitores... peço perdão, mas eu estava dopada de remédios, dormindo e acordando em horário de gente normal
- ai, detesto isso, mas, fazer o q?!?! -

E podem acreditar, mesmo dopada, achei q uma amiga da faculdade estava com a bunda muito grande, é incrível, mas ninguém notou nada!! Isso aconteceu deve ter +/- 1 mês, pois é, ela acaba de descobrir que está grávida de 11 semanas, ou seja, devo agradecer a Deus pela percepção que tenho mesmo quando estou drogada... e olha q não era pouco drogada não - pra conseguir me fazer dormir e acordar em horário de gente normal, tem q ser uma droga muito poderosa meeeeeeeesmo!!!!!!

Mas eu estava feliz, esse era o importante!

Quanto a hoje, estou escrevendo pq estou sem tomar os tais remédios há +/- 1 semana, tempo do organismo voltar ao normal, quero dizer, ao MEU normal, que me permite trocar o dia pela noite, mesmo sendo diferente do normal dos outros, e não estando tão feliz o quanto estava quando dopada, pois me era possível viver ignorando a realidade insatisfatória que me cerca, por outro lado, sinto-me um pouco bem, por poder reviver minha melancolia sem impencílios que me façam ser o que realmente sou: nada.

Lauraine Santos.

Hoje

23/05/2009... quase final de mês e quase nada escrito nem descrito nessa porcaria de blog onde tenho preguiça de digitar minhas melancolias já expostas no papel.

Sinto uma enorme tristeza e um gigante vazio causados pela frustração de conseguir compreender que a responsabilidade não compensa e de que a irresponsabilidade também não! O maior desafio então, é saber que nenhum dos pólos compensam, nem o positivo nem o negativo, e concluir que na verdade: nada compensa (ao menos, não como deveria compensar).

Positivo ou negativo não faz diferença, todos eles saem como fotos não reveladas onde temos que, se quisermos vê-las, colocá-las contra a luz e forçar os olhos de maneira sobrenatural para ver, enxergar e compreender o que se esconde em cada filme, em cada imagem exposta indispostamente de maneira proposital para que nada se veja do que já se viveu.

Um pano escuro, escondendo o passado, tentando revelar o futuro... e tudo o que consigo definir se resume sempre ao nada.

E é assim, que mais uma vez me sinto.

E termino por aqui, pois nenhuma luz será capaz de tirar-me deste breu em que me encontro totalmente perdida.

Lauraine Santos.