quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

neoprotestantismo - part II

o que me traz a essas reflexões é o conhecimento que adquiri do que conhecemos como sendo a Palavra de Deus.Aprendi que...

... Jô não caiu na miséria por ter pecado, pois a Bíblia diz que ele era um homem reto e justo diante de Deus.
... Cristo não tinha onde reclinar a cabeça, mas era justo, santo e sem pecado.
... Cristo foi crucificado não por merecer, mas para salvar a humanidade de seus próprios pecados.
... Zaqueu era rico não por ser justo, mas porque roubava do povo. Cobrava mais do que devia.
... Salomão foi próspero financeiramente, não por amar a Deus acima de todas as coisas, mas sim, por se prostrar, aceitar e deixar que seu povo se prostrasse diante de outros deuses.

Conclui que a vida financeira não se mede pelo que é espiritual. Pois Jó, no meio do perrengue, foi que passou a conhecer a Deus face a face. Zaqueu era rico, mas precisava de algo mais que o dinheiro não comprava, e se escondeu, para se dar a oportunidade de ver, de apenas poder ver o Cristo passar!
Já Salomão, foi rico, sábio, conhecia teoricamente, e chegava a ser usado por Deus, mas não foi exemplo de arrependimento, intimidade e convívio diário com o Deus de Israel.
Diante dos exemplos bíblicos que se seguem desde Moisés até João na Ilha de Patmos, sinto-me subestimada a ter que ouvir tamanhas baboseiras vindas de onde dever-me-ia vir o alento e direção para uma vida com Deus em comunhão, ao invés de uma vida com propósitos terrenos!

Termino essa primeira parte por aqui. Em breve permaneço no assunto, mas hoje o cansaço já me toma.

Lauraine Santos.

Um comentário:

INSTITUTO disse...

Olá amiga, Sou Pastor de uma pequena Igreja no Pará e tenho difundido este pensamento, o do Neo-Protestantismo, para meus irmãos. Acredito que as Igreja Evangelicas tornaram-se a Romana dos tempos de Jesus e que Deus precisa de um novo Lutero.
Estamos nesta visão.
Abração